O retrofit de edifícios

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Vivemos em um mundo em constante transformação, o retrofit de edifícios já é uma realidade. O estilo de vida e as necessidades do ser humano evoluem e se modificam permanentemente. A tecnologia disponibiliza hoje um sem número de aparelhos e dispositivos diversos que tornam nossa vida muito mais confortável e cheia de facilidades do que tiveram nossos pais e avós.

Em se tratando os edifícios de bens duráveis cuja vida útil econômica deve atingir pelo menos 40 ou 50 anos, resta inevitável a ocorrência de defasagem tecnológica que estabelece gradativa obsolescência. Sendo assim e ainda que as edificações mais antigas apresentem normalmente excelente localização e ótimo espaço privativo (com aposentos grandes e arejados), denotam carência no quesito lazer, além de apresentarem estilo  arquitetônico defasado.

Visando adequar as edificações aos padrões mais atuais tem-se nas reformas abrangentes o instrumento aplicável, o que no jargão técnico chama-se retrofit.

Alterações em fachadas, substituições de pisos e revestimentos, trocas de esquadrias e ampliação dos espaços de convivência são procedimentos cada vez mais frequentes que agregam não só qualidade de vida aos moradores mas também expressivo valor econômico aos imoveis reformados.

Contudo, há que se atentar para alguns sistemas e componentes muitas vezes relegados a segundo plano – posto que não tem qualquer apelo estético -, mas cujo bom funcionamento se torna imprescindível para que a edificação assegure os níveis de conforto, segurança e desempenho desejados. Tratam-se principalmente dos sistemas estruturais, elétrico e preventivo de incêndio. O próximo artigo detalhará melhor o tema.

 

Fonte: Revista do Síndico

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